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Atrevi-me a escrever

Penso, logo escrevo. Porque pouco me atrevo a dizer.

Eu quero...

 

...uma rua sem fim.

 

Eu quero um caminho fácil.

       Quero um percurso sem erros, uma vida sem medos,

       Sem decisões, sem confusões,

       Sem ses, mas e porquês.

 

Não aprenderia o mesmo, é certo.

 

Atendo o telefone e...

...ouço do outro lado:

- "Bom dia, podia passar a chamada a X? A bebé dele vai nascer e era preciso que trouxesse roupa cá ao hospital!"

E logo a urgência se instala: "Ó X, anda cá pá!"

Têm nascido bastantes bebés por estes lados (e alguns quase aí a chegar). 

Coisas destas aquecem a alma.

Geração Y: artigo de opinião que tenho de partilhar

Meninos e meninas nascidos entre o final dos anos 70 e meados dos anos 90:

Este artigo já não é recente (o original é de 2013), mas li-o hoje pela primeira vez e, embora não concorde com tudo, penso que é uma boa representação das diferenças entre a geração Y (a minha) e a dos nossos pais. É sempre perigoso fazer generalizações e mais perigoso é enfiar no mesmo saco nascidos na década de 70, 80 e 90, sendo que cada uma teve as suas particularidades. No entanto, penso que talvez seja verdade que crescemos com expectativas (demasiado) elevadas e possivelmente irrealistas em relação ao futuro. Se isto pode por um lado servir de motivação para nos focarmos na nossa própria superação, por outro pode ser incrivelmente frustrante não conseguirmos alcançar os nossos objectivos (quando temos objectivos bem definidos já não é mau de todo, o problema é mesmo quando queremos ser bem-sucedidos e não temos critérios absolutos para medir esse sucesso porque até nem sabemos ao certo aonde pretendemos chegar).

Ainda em relação ao artigo, tenho apenas que referir que não penso que seja verdade que nos consideramos especiais e melhores que os outros. Eu consigo claramente ver em quê e em relação a quem eu sou melhor, mas também pior. 

De facto não somos resilientes como os nossos pais (e creio que ainda se torna mais evidente na geração seguinte), mas na verdade a vida encarrega-se de nos trazer à realidade e de nos tornar mais fortes e mais adaptados. Eu própria, muitas vezes, quando penso que não tenho o percurso profissional que pretendia, com todas as recompensas associadas, tento pensar no ponto em que estavam os meus pais com a minha idade, e no ponto em que estão agora. Descalçar os nossos sapatos, voltar atrás, pensar no que podemos fazer para manter o que está bem e melhorar o que está menos bem, e entretanto ir apreciando a "viagem". Parece tirado de um livro de auto-ajuda, mas acho que é a forma certa de viver. 

Leiam e digam de vossa justiça.

Foi "uma coisinha que se me deu"...

...e lá fui eu à Fnac bisbilhotar os livros alheios. Pelo menos o "Mulheres Viajantes" já cá canta. Fiquei curiosa e comecei a ler um bocadinho. Não me desiludiu. Espero não ter mais olhos que barriga e realmente conseguir voltar à leitura assídua.

Ikea

Ikea: estamos chateados amigo, sim? Saldos nisto, saldos naquilo e metade já esgotou. Pffff...Já li algures que os preços também têm subido bastante (comparativamente ao que acontecia há uns anos). Assim parecido com Ikea, conheço a Conforama e conhecia a Moviflor que já faleceu há uns tempinhos.  O que me escapa? Há mais lojas de mobiliário deste género que não conheça (Bom, Bonito, Barato)? Sugestões aceitam-se. Obrigadinha.

Sobrevivi ao dia de ontem...

...para ver o quão exagerada sou. E nem sequer foi a "tarefa do dia" que mais me chateou. Uma pessoa antecipa conversas inevitáveis, pelas quais se vai chatear de certezinha e...PUMBAS! Tudo se resolve e vais a ver e chateias-te antes à brava com uma mesquinhice do dia-a-dia. Lord have mercy... 

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