Um dia destes lembrei—me...
...bolas, ao tempo que não escrevo, aos séculos que não me vejo como um livro, aos anos que não vos leio, que não vos deixo ler—me. E foda—se que saudades (ainda autorizam o uso de palavrões na blogosfera ou vão censurar os ditos cujos logo que os publique?). Cansa um bocadinho só ter mudado de canto e secretária e de repente ter mudado completamente de espírito. O medo constante de errar, a vergonha de ser novata e de ter a ousadia de questionar sobre tudo. E porque é o céu azul, e como bebo um copo de água, e o que acontece se espirrar...e a impotência que a ignorância traz...céus! E o quanto eu me permito usar tudo isso como desculpa para trabalhar e rebolar para o outro lado, porque nada mais me pode ocupar. Sei que isto passa. Para já, pareço figurante no Walking Dead, só quero mimo e descanso. Só para não me sentir um pequeno calhau com olhos. Ja nem ao email consigo ir ver em paz, graças aos putos dos open spaces modernos. Mas pronto, para a frente é que é o caminho, e hei—de vir cá mais vezes, só para vos ler, a vós que nao conheço de lado nenhum, mas de quem sei tantos pormenores.